Mudanças são inevitáveis. Fazem parte da tragetória natural da vida. Mas, é importante prestar atenção naquilo em que estamos nos tornando.
Nossas ações refletem o que se esconde em nosso coração.Se você tem coisas boas dentro de si, vai distribui-las para os outros. Se só se cultiva mágoas e ressentimentos vai se sintonizar com essas energias e movimentar as ondas ao seu redor, atraindo ainda mais dor.
Perdoar é simples, mas precisa de vontade. Diga em alto em bom som: " Hoje eu quero perdoar tudo e todos que me magoaram!"
A partir do momento que o perdão passa a guiar o caminho, as energias ao redor mais uma vêz vão se manifestar, mas no sentido positivo. Atraindo as pessoas certas. Neste momento, as coincidências começam a acontecer. Vibrando no mesmo nível, pessoas começam a se completar sem muito esforço...tudo acontecendo num rítmo constante e natural.
Quando conhecemos as pessoas certas, que vibram na mesma sintonia, um sentimento de plenitude invade nossas almas, fazendo nossos olhos refletirem luz. A luz que muitas vezes se ofusca diante dos sofrimentos que inevitavelmente precisamos viver.
É importante nesses momentos não perder a fé. Não culpar a vida, a Deus, ao outro por nada, pois se vivemos esta situação dolorosa, aprenderemos a ser mais fortes e melhores. Crescemos muito como seres humanos no sofrimento. A solidão que machuca, também ensina o caminho da felicidade. Felicidade é o caminho, não o objetivo.
Quantas pessoas ao nosso redor mendigam sentimentos!
Por medo de se expor ou simplesmente tentando enganar aos outros com joguinhos, futilidades e mentiras, essas pessoas se sintonizam com aquleles que buscam as mesmas aventuras. Viver é muito mais do que passar os dias, é muito mais do que se encostar no outro e pegar carona em sua vida. Viver é sentir. Sinta a vida pulsando em seu coração!
Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói, e não se sente; é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; é um andar solitário entre a gente; é nunca contentar-se de contente; é um cuidar que ganha em se perder. É querer estar preso por vontade; é servir a quem vence, o vencedor; é ter com quem nos mata, lealdade. Mas como causar pode seu favor nos corações humanos amizade, se tão contrário a si é o mesmo Amor!
sábado, 3 de dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
A BÊNÇÃO DAS LÁGRIMAS
Bendita a lágrima em que se cristaliza o acervo atroz de nossas dores e se dilui o negro fel de nossas mágoas.
Bendita a lágrima a cuja tona flutuam farrapos sombrios de sonhos dourados e em cujo fundo vagueiam espectros tristonhos de esperanças mortas.
Bendita a lágrima dos que carpem a desdita de nascerem sem teto e choram a desgraça de viverem sem pão.
Bendita a lágrima dos que jamais conheceram um afeto de mãe e nunca provaram um carinho de esposa.
Bendita a lágrima, desafogo amigo dos que são sós e consolo ardente dos que são tristes.
Bendita a lágrima dos que põem sobre os ombros a cruz de seu próximo e o ajudam a escalar o calvário da existência.
Bendita a lágrima dos que buscam, errantes, o calor de um afeto e somente encontram o frio do desprezo.
Bendita a lágrima dos que sofrem injustiças pelos ideais que defendem e só colhem ingratidões pelo bem que semeiam.
Bendita a lágrima que erige no cérebro um templo à Verdade e converte o coração num sacrário de Amor.
Bendita a lágrima que aflora, escaldante, nas noites do sofrimento e esplende como um sol nas manhãs da redenção.
Bendita, enfim, a lágrima, gota de luz das auroras celestes e síntese terrena do orvalho divino.
Rubens C. Romanelli.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
A menina e o pássaro encantado( Ruben Alves)
Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo.
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão…
— Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…
E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça.
— Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.
Mas chegava a hora da tristeza.
— Tenho de ir — dizia.
— Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho…
— Eu também terei saudades — dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.
Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”
Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro…
— Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…
Até que não aguentou mais.
Abriu a porta da gaiola.
— Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres…
— Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…
E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia.
— Que bom — pensava ela — o meu pássaro está a ficar encantado de novo…
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra.
— Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…
Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!
Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama…
E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.
Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.
Os pássaros comuns, se a porta da gaiola ficar aberta, vão-se embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades… As suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão…
— Menina, eu venho das montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que vi, como presente para ti…
E, assim, ele começava a cantar as canções e as histórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro.
Outra vez voltou vermelho como o fogo, penacho dourado na cabeça.
— Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. As minhas penas ficaram como aquele sol, e eu trago as canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.
E de novo começavam as histórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isto voltava sempre.
Mas chegava a hora da tristeza.
— Tenho de ir — dizia.
— Por favor, não vás. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar…— E a menina fazia beicinho…
— Eu também terei saudades — dizia o pássaro. — Eu também vou chorar. Mas vou contar-te um segredo: as plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios… E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera do regresso, que faz com que as minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado. E tu deixarás de me amar.
Assim, ele partiu. A menina, sozinha, chorava à noite de tristeza, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada: “Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá. Será meu para sempre. Não mais terei saudades. E ficarei feliz…”
Com estes pensamentos, comprou uma linda gaiola, de prata, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Ele chegou finalmente, maravilhoso nas suas novas cores, com histórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola, para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.
Acordou de madrugada, com um gemido do pássaro…
— Ah! menina… O que é que fizeste? Quebrou-se o encanto. As minhas penas ficarão feias e eu esquecer-me-ei das histórias… Sem a saudade, o amor ir-se-á embora…
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas não foi isto que aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ficando diferente. Caíram as plumas e o penacho. Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio: deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo…
Até que não aguentou mais.
Abriu a porta da gaiola.
— Podes ir, pássaro. Volta quando quiseres…
— Obrigado, menina. Tenho de partir. E preciso de partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro de nós. Sempre que ficares com saudade, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudade, tu ficarás mais bonita. E enfeitar-te-ás, para me esperar…
E partiu. Voou que voou, para lugares distantes. A menina contava os dias, e a cada dia que passava a saudade crescia.
— Que bom — pensava ela — o meu pássaro está a ficar encantado de novo…
E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos, e penteava os cabelos e colocava uma flor na jarra.
— Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje…
Sem que ela se apercebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado, como o pássaro. Porque ele deveria estar a voar de qualquer lado e de qualquer lado haveria de voltar. Ah!
Mundo maravilhoso, que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama…
E foi assim que ela, cada noite, ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento: “Quem sabe se ele voltará amanhã….”
E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.
* * *
Para o adulto que for ler esta história para uma criança:
Esta é uma história sobre a separação: quando duas pessoas que se amam têm de dizer adeus…
Depois do adeus, fica aquele vazio imenso: a saudade.
Tudo se enche com a presença de uma ausência.
Ah! Como seria bom se não houvesse despedidas…
Alguns chegam a pensar em trancar em gaiolas aqueles a quem amam. Para que sejam deles, para sempre… Para que não haja mais partidas…
Poucos sabem, entretanto, que é a saudade que torna encantadas as pessoas. A saudade faz crescer o desejo. E quando o desejo cresce, preparam-se os abraços.
Esta história, eu não a inventei.
Fiquei triste, vendo a tristeza de uma criança que chorava uma despedida… E a história simplesmente apareceu dentro de mim, quase pronta.
Para quê uma história? Quem não compreende pensa que é para divertir. Mas não é isso.
É que elas têm o poder de transfigurar o quotidiano.
Elas chamam as angústias pelos seus nomes e dizem o medo em canções. Com isto, angústias e medos ficam mais mansos.
Claro que são para crianças.
Especialmente aquelas que moram dentro de nós, e têm medo da solidão…
Esta é uma história sobre a separação: quando duas pessoas que se amam têm de dizer adeus…
Depois do adeus, fica aquele vazio imenso: a saudade.
Tudo se enche com a presença de uma ausência.
Ah! Como seria bom se não houvesse despedidas…
Alguns chegam a pensar em trancar em gaiolas aqueles a quem amam. Para que sejam deles, para sempre… Para que não haja mais partidas…
Poucos sabem, entretanto, que é a saudade que torna encantadas as pessoas. A saudade faz crescer o desejo. E quando o desejo cresce, preparam-se os abraços.
Esta história, eu não a inventei.
Fiquei triste, vendo a tristeza de uma criança que chorava uma despedida… E a história simplesmente apareceu dentro de mim, quase pronta.
Para quê uma história? Quem não compreende pensa que é para divertir. Mas não é isso.
É que elas têm o poder de transfigurar o quotidiano.
Elas chamam as angústias pelos seus nomes e dizem o medo em canções. Com isto, angústias e medos ficam mais mansos.
Claro que são para crianças.
Especialmente aquelas que moram dentro de nós, e têm medo da solidão…
As mais belas histórias de Rubem Alves
Lisboa, Edições Asa, 2003
Lisboa, Edições Asa, 2003
domingo, 31 de julho de 2011
amor ou apego?
Falamos muito sobre amor. Acreditamos inclusive, que amamos! O impressionante é que estamos aqui a milhares de anos, justamente para compreendermos o significado desta palavra. Isso sugere duas perguntas: por quê relutamos tanto em aprender a amar? e por quê temos tanto medo da Luz? já que o amor representa o caminho que leva à Luz, sendo o nosso passaporte para voltarmos à Casa do Pai!
Confundimos a todo instante amor com apego e posse, e ambos geram dor. Amor não gera dor. Amor é liberdade, é libertação. E quando confundimos o amor , nossa mente toma a frente e comumente não damos espaço a quem imaginamos amar, chegando mesmo ao ponto de não permitirmos que esta pessoa sequer respire e, tudo por pura insegurança nossa. Por pura falta de amor de nós por nós mesmos.
É muito comum ouvirmos a expressão... a minha vida sem você não tem sentido... isso não é amor, é apego... ou então, eu te amo... e quero para você o melhor... por isso não posso permitir que se vá, pois não quero que se machuque... aqui ao meu lado terá toda segurança... isso não é amor, é posse. Agindo dessa forma, em ambos os casos, geramos dor. Para nós e para quem imaginamos amar.
Amor na verdade é um misto de atitudes e de entendimentos. Atitudes e entendimentos a cada instante de nossas vidas, que devem existir, de nós por nós mesmos.
Partindo do pressuposto que ainda não conhecemos o amor, vale então dizer, que não sentimos amor por nós mesmos e que acabamos dessa forma, nos prendendo a sentimentos de culpa, repulsa disfarçada, angústia e solidão entre outros.
Mas na prática não é isso o que acontece, as pessoas sempre acreditam se amar e muito! Mesmo não sendo felizes, como gostariam de ser. Nós só podemos dar aquilo que temos. Como acreditamos nos amar, damos aquilo que temos e na mesma proporção, recebemos do mundo que nos cerca. Vivemos boa parte de nossas vidas acreditando que somos felizes, por puro medo de encarar a vida de frente, fazendo aquilo que nossos ancestrais o fizeram, até o momento que nos vejamos tão infelizes, quanto eles o foram também.
É muito comum as pessoas se queixarem de que não são amadas. Isso acontece de forma indiscriminada. Pais que não se sentem amados pelos filhos, filhos que não se sentem amados pelos pais. Maridos pelas esposas, esposas pelos maridos e assim vai. Outros não se queixam, mas sentem os sintomas de sua ausência, que são a depressão e a angústia, que acabam por gerar disfunções ainda mais sérias no futuro.
Mas, voltemos a falar sobre as atitudes... o que você tem feito por você nos últimos tempos? Pelos seus, certamente faz tudo. Ou pelo menos procura fazer. Mas e por você? O que tem feito? Tem sobrado tempo em sua agenda diária pra você?
Esta é a pergunta que poderá mudar a sua vida. Pergunte-se agora: O que fiz hoje por mim? E ontem, o que fiz por mim? Antes de ontem!!! Não necessitamos de coisas grandiosas, para sermos felizes, necessitamos sim, realizar nossos pequenos desejos, pois são eles os facilitadores e impulsionadores de nossa felicidade.
Pergunte também: Meus dias têm sido diferentes? Eles precisam ser diferentes. Não há um dia como o outro. morremos e nascemos todos os dias, de forma que não somos hoje a mesma pessoa de ontem e não seremos amanhã, caso ainda aqui estejamos. Caso eles não estejam sendo diferentes, algo há de errado. Procure colocar um pouco mais de sal em sua vida.
Haja com absoluta sinceridade perante a você mesmo. Faça isso todos os dias. Na devida proporção que comece a existir amor de você por você mesmo, o mundo te amará em igual escala.
Apenas na medida que nos amamos, poderemos amar a alguém, do contrário o que estaremos distribuindo mesmo é apego e posse. Como podemos amar alguém se não conseguimos sequer nos amar?
Outra expressão que se faz muito presente em nossos dias é amor fraterno. Também só conseguiremos concebe-la de fato, no momento que conseguirmos nos amar. Porque fraterno significa respeito às diferenças. Como podemos nós respeitar as diferenças entre nós e nosso próximo, se continuamos a tentar interferir em seu livre arbítrio?
Estamos ainda distantes de compreender o que significa amor fraterno, por opção própria, mas podemos mudar isso agora mesmo, com atitude e entendimento, ou seja, amor. Mas, de nós por nós mesmos.
Confundimos a todo instante amor com apego e posse, e ambos geram dor. Amor não gera dor. Amor é liberdade, é libertação. E quando confundimos o amor , nossa mente toma a frente e comumente não damos espaço a quem imaginamos amar, chegando mesmo ao ponto de não permitirmos que esta pessoa sequer respire e, tudo por pura insegurança nossa. Por pura falta de amor de nós por nós mesmos.
É muito comum ouvirmos a expressão... a minha vida sem você não tem sentido... isso não é amor, é apego... ou então, eu te amo... e quero para você o melhor... por isso não posso permitir que se vá, pois não quero que se machuque... aqui ao meu lado terá toda segurança... isso não é amor, é posse. Agindo dessa forma, em ambos os casos, geramos dor. Para nós e para quem imaginamos amar.
Amor na verdade é um misto de atitudes e de entendimentos. Atitudes e entendimentos a cada instante de nossas vidas, que devem existir, de nós por nós mesmos.
Partindo do pressuposto que ainda não conhecemos o amor, vale então dizer, que não sentimos amor por nós mesmos e que acabamos dessa forma, nos prendendo a sentimentos de culpa, repulsa disfarçada, angústia e solidão entre outros.
Mas na prática não é isso o que acontece, as pessoas sempre acreditam se amar e muito! Mesmo não sendo felizes, como gostariam de ser. Nós só podemos dar aquilo que temos. Como acreditamos nos amar, damos aquilo que temos e na mesma proporção, recebemos do mundo que nos cerca. Vivemos boa parte de nossas vidas acreditando que somos felizes, por puro medo de encarar a vida de frente, fazendo aquilo que nossos ancestrais o fizeram, até o momento que nos vejamos tão infelizes, quanto eles o foram também.
É muito comum as pessoas se queixarem de que não são amadas. Isso acontece de forma indiscriminada. Pais que não se sentem amados pelos filhos, filhos que não se sentem amados pelos pais. Maridos pelas esposas, esposas pelos maridos e assim vai. Outros não se queixam, mas sentem os sintomas de sua ausência, que são a depressão e a angústia, que acabam por gerar disfunções ainda mais sérias no futuro.
Mas, voltemos a falar sobre as atitudes... o que você tem feito por você nos últimos tempos? Pelos seus, certamente faz tudo. Ou pelo menos procura fazer. Mas e por você? O que tem feito? Tem sobrado tempo em sua agenda diária pra você?
Esta é a pergunta que poderá mudar a sua vida. Pergunte-se agora: O que fiz hoje por mim? E ontem, o que fiz por mim? Antes de ontem!!! Não necessitamos de coisas grandiosas, para sermos felizes, necessitamos sim, realizar nossos pequenos desejos, pois são eles os facilitadores e impulsionadores de nossa felicidade.
Pergunte também: Meus dias têm sido diferentes? Eles precisam ser diferentes. Não há um dia como o outro. morremos e nascemos todos os dias, de forma que não somos hoje a mesma pessoa de ontem e não seremos amanhã, caso ainda aqui estejamos. Caso eles não estejam sendo diferentes, algo há de errado. Procure colocar um pouco mais de sal em sua vida.
Haja com absoluta sinceridade perante a você mesmo. Faça isso todos os dias. Na devida proporção que comece a existir amor de você por você mesmo, o mundo te amará em igual escala.
Apenas na medida que nos amamos, poderemos amar a alguém, do contrário o que estaremos distribuindo mesmo é apego e posse. Como podemos amar alguém se não conseguimos sequer nos amar?
Outra expressão que se faz muito presente em nossos dias é amor fraterno. Também só conseguiremos concebe-la de fato, no momento que conseguirmos nos amar. Porque fraterno significa respeito às diferenças. Como podemos nós respeitar as diferenças entre nós e nosso próximo, se continuamos a tentar interferir em seu livre arbítrio?
Estamos ainda distantes de compreender o que significa amor fraterno, por opção própria, mas podemos mudar isso agora mesmo, com atitude e entendimento, ou seja, amor. Mas, de nós por nós mesmos.
Sejamos felizes....
sábado, 11 de junho de 2011
OS QUE FAZEM A DIFERENÇA!
Conta-se que após um feriado prolongado, o professor entrou na sala da Universidade para dar sua aula, mas os alunos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral. Depois de tentar,educadamente, por várias vezes, conseguir a atenção dos alunos para a aula, o professor perdeu a paciência e disse: “Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”. Um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.”Desde que comecei a lecionar, e isso já faz muitos anos, descobri que nósprofessores trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos essesanos observei que, de cada cem alunos apenas cinco fazem realmente alguma diferença no futuro. Apenas cinco se tornam profissionais brilhantes econtribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que, de cem professores, apenas cinco são aquelesque fazem a diferença. De cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; de 100 conhecidos, quando muito, 5 são verdadeiros amigos, fraternos e de absoluta confiança. E podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco
são verdadeiramente especiais.
É uma pena não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria osdemais para fora. Assim, então, teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo, sabendo ter investido nos melhores. Mas,infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.
Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”. O silêncio se instalou na sala e o nível de atenção foi total. Afinal, nenhum dos alunos desejava fazer parte do “resto”, e sim, do grupo daqueles que realmente fazem a diferença. Mas, como bem lembrou o sábio professor, só o tempo dirá a que grupo cada um pertencerá. Só a atuação diária de cada pessoa aclassificará, de fato, num ou noutro grupo.
Pense nisso! Se você deseja pertencer ao grupo dos que realmente fazem a diferença, procure ser especial em tudo o que faz. Desde um simples bilhete que escreve, às coisas mais importantes, faça com excelência. Seja fazendo uma faxina, atendendo um cliente, cuidando de uma criança ou de um idoso, limpando um jardim ou fazendo uma cirurgia, seja especial. Para ser alguém que faz a diferença, não importa o que você faz, mas como faz. Ou você faz tudo da melhor forma possível, ou fará parte do “resto”.
Pense nisso e seja alguém que faz a diferença… Alguém que com sua ação torna a vida das pessoas melhores.
(autoria desconhecida)
sábado, 9 de abril de 2011
Por que tantos casamentos acabam?
Tirando de lado a intolerância, a falta de fé e a ideologia do descartável, existem “N” teses sobre por que os casamentos acabam tão facilmente na atualidade. A inversão de papéis é uma das mais abordadas.
O homem, antes o provedor, agora divide lugar com sua parceira. A mulher, antes “rainha do lar”, galga cada vez mais posições de destaque no mercado de trabalho. A mulher, antes submissa, dá as cartas, quer mais que amor, quer prazer, sucesso… O homem, antes o decisor, perde espaço no reinado.
Muito antes disso, quero crer que a falta de diálogo é muito mais danosa. No mundo atual, o olho no olho cede lugar para as conversas a partir de SMS, MSN, celular, e-mails etc, etc. Há estudos que comprovam que o que falamos a partir desses canais não temos a coragem de falar pessoalmente. Ou seja: não trocamos. E toda a relação demanda troca.
Logo, quando decidimos casar, morar juntos, adeus SMS, adeus MSN e, então, fim do diálogo – cujo modelo já não era assim tão ideal, convenhamos. Mas há muito mais…
Nossa sociedade aceita com tranquilidade o fim de um casamento. Em alguns casos parece até mesmo haver um estimulo para que mais casais entendam isso como “normal”. É claro que é aceitável, se a relação não é saudável. Infelizmente, o complemento neurótico, às vezes, é mais forte que o complemento do amor, do compromisso, do respeito. Ou seja: relações com um potencial enorme de dar certo acabam. E relações que poderiam nem mesmo existir perduram…
Escolhas
Bem, muito distante dessas questões temos ainda de enfrentar outras suposições: antes os casamentos eram “arranjados”, hoje se casa por “amor” – mesmo que por um amor distorcido, cobrador, condicionado, mas, ainda assim, com a sensação de que estamos livres para escolher.
Será mesmo? Será que somos assim tão livres para escolher? Será que sabemos manter nossa liberdade mesmo dentro da relação? O que vejo e sinto como ponto principal da quebra dos “contratos matrimoniais” é a liberdade excessiva que beira a promiscuidade ou o aprisionamento total que cerceia a vida, o crescimento pessoal, o sonho.
Um exemplo dessa última questão? Imagine um casal que, entre namoro e casamento, um tempo de intimidade e não de cumplicidade, deixou de lado questões cruciais, como, por exemplo, família, valores, filhos, sonhos, contas etc, etc, para viver “o momento”. Estava de fato cumprindo um papel e a meta era casar e viver feliz – ou infeliz – para sempre…
Mergulhar na relação
Bem, depois de casados, imagine que um dos dois – homem ou mulher – decide se fechar para o mundo em prol da relação! Geralmente, é aquele que diz amar demais o outro. Aquele que imagina: “Vou fazer a relação dar certo custe o que custar!” Nesse caso, é provável que a separação aconteça, com um ou outro totalmente aberto para o mundo e para relações paralelas…
Primeiro porque este que decidiu mergulhar na relação, ou melhor, se afundar no relacionamento, tira todo o espaço do outro. Assume tudo, contas, filhos, valores do casal, a família em si. Assume para si toda a responsabilidade pela relação e retira-se da vida. Afasta-se dos amigos, da família, às vezes do trabalho. Vive em função do e para o outro. Sai de cena, desatualiza-se, torna-se uma sombra do que já foi um dia e pelo qual o outro se apaixonou.
Não vive, sobrevive e, mais dia menos dias, cobrará de si esse afastamento da vida que acaba com a autoestima e os faz zumbis. Cobrará do outro o abandono pelas coisas do amor, da relação, da vida em comum. Cobrará do outro atitude, empatia, participação… A questão aqui é: como o outro vai participar de uma festa já pronta? Como participar de um teatro onde todos os papéis têm um único personagem? Como atuar sem script, sem espaço, sem plateia?
Pois é: acredite ou não, muitos casamentos acabam nos dias de hoje porque um dos parceiros assume o papel de super. Supermulher, super-homem, superpai, supermãe, superdona ou dono da casa, superego, supervaidade! E, então, o que era para ser superpositivo, acaba por se transformar em algo supernegativo. Nem um nem outro suportam.
Se nem o super consegue aguentar tanta responsabilidade, muito menos o outro que se sente cada vez menos na relação e cada vez mais fora da relação. Para que um dos dois coloque um ponto final é mera consequência. A relação termina com dois magoados, ressentidos e sem noção do que deu errado…
Dá para compreender essa loucura? Você conhece uma história assim? Por que os casamentos acabam? Envie-me sua opinião.
Sandra Maia.
domingo, 27 de março de 2011
Acostumando-se a migalhas
A questão do acostumar-se com o pouco ou quase nada acaba com nossa autoestima. Acaba com qualquer possibilidade de relacionamento. Primeiro porque a relação em si começa doente. Um que não pode ou não quer dar quase nada e, outro – carente – que aceita o pouco, ou melhor, as migalhas.
Parece normal? Sabe aquele ditado “ruim com ele pior sem ele”? Pois é, tem muita gente vivendo assim. Com essa dinâmica, essa tônica. Imagine que se perderem essa sua única fonte de “restos” vão ficar à deriva. Famintos, impotentes, sem poder…
Receber migalhas afeta nossa autoestima e com o tempo vamos achando que é isso o que merecemos. Que não nascemos para ser totalmente felizes. Que ok, podemos viver dessa maneira – mendigos ambulantes – à espreita do outro.
De uma distração sua, ou ainda quem sabe de um “raio” de consideração que esse apresenta vez ou outra. Você deve conhecer dezenas de pessoas que vivem exatamente como estou colocando. Infelizmente, caímos nessa armadilha.
Investimento
Começamos a relação para investir, achamos que tudo bem – se o outro não estiver totalmente inteiro, tocamos, deixamos o tempo passar e, quando acordamos, foram-se meses, anos, uma vida – num relacionamento infundado que nunca, nunca vai sair desse marasmo – até porque foi concebido dessa forma.
Bem, então, qual o nosso papel nessa relação? Encolher? Não cobrar, não atormentar o outro com nossos desejos, nossas inquietações, nossos sonhos? Deixar a vida passar? Não sorrir? Não incomodar?
Enfim, numa situação que beira o masoquismo – nosso papel se limita a acabar com nossa felicidade e, o pior, vivermos esfomeados com base na benevolência do outro – que pode ou não acontecer…
Arrastando-se
Qual o papel do outro nessa história além de ser complementar à nossa neurose? Continuar exatamente como sempre foi – ou seja, mesquinho, inseguro, indefinido, inconstante. Aquele que dá pouco, muito pouco, tão pouco que a relação pode se arrastar indefinidamente…
Preste atenção nisso. Ouvi esse comentário de um mestre esta semana: aquele que se preserva para viver relações paralelas ou que não tem condições de se abrir e viver uma história por inteiro não vive e não deixa viver.
Pode viver assim distribuindo afagos poucos indefinidamente – afinal, nada muda em suas vidas… Aquele que não está presente, não pode atender ao telefone, não pode te ver não está nem aí para suas necessidades. Não comparece e – perdoe-me – não são forcas ocultas que o impedem. Não são problemas ligados ao trabalho, à família, à vida, à frustração etc, etc…
Apenas entenda que este que não pode – NÃO QUER, NÃO TE ESCOLHEU, NÃO VAI ESCOLHER, NÃO VAI MUDAR… Vai manter tudo como uma história mais ou menos de amor… Ele pode mudar? Talvez. Quem sabe se um raio cair na sua cabeça e então – BINGO – la estará ele, pelo menos por um período, cheio de amor para dar…
O que pode ser esse raio? Um enfarto fulminante, um acidente, uma perda, um acordo daqueles do tipo – a companheira ou companheiro entram com o pé e ele… Bem, você sabe…
Ação
Parece duro, mas não! Não acontece. E então, o que fazer? Nesses casos podemos deixar tudo como está e parar de reclamar ou pensar em algumas alternativas para fazer o outro acordar e entrar de vez ou sair da relação. A questão é: estamos prontos para sair fora? Estamos prontos para começar de novo?
Se sim, podemos agir de diferentes formas para ver qual a reação do outro – o que acontece com a relação se mudarmos… Primeiro, podemos escolher esfriar para ver se o outro se liga que existimos de fato. E, então, quem sabe, possamos investir em resgatar sonhos, desejos, ou seja, mudar o foco… A vida agradece.
Segundo, podemos pressionar o outro de vez e dar um prazo, algo do tipo “basta”… E, por último, podemos ainda ROMPER. Por um ponto. Acabar. Terminar. Escolher viver outra historia. Outra vida, outra relação…
Fácil? Não. Não e nada fácil. E possível mesmo que seja necessária ajuda psicológica. Para sair de determinadas relações, precisamos recuperar a autoestima. E isso nem sempre é tão simples como parece…
De todo modo, todo passo demanda uma decisão, uma escolha. Depois, no nosso tempo, e só caminhar… Escolhas, sempre escolhas.

Sandra Maia.
sábado, 19 de março de 2011
O que é ser feliz?
A sede de felicidade foi colocada em nosso coração pelo próprio Deus, porque ele nos criou para sermos felizes com Ele. Mas o pecado desvirtuou o sentido da felicidade; e agora, ao invés de buscarmos a felicidade que traz alegria, corremos atrás da felicidade que traz somente o prazer.
Inventaram agora um tal SEGREDO, através do qual você pode satisfazer todos os seus desejos não atendidos até hoje; é um sonho, uma miragem no deserto. A felicidade não é esta proposta por esta magia fantasiosa. A Carta da Felicidade é aquela que Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha.
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância. Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar uma alegria perene no anonimato.
Ser feliz não é voar num céu sem tempestade, caminhar numa estrada sem acidentes, trabalhar sem fadiga e cansaço, ou viver relacionamentos sem decepções; é saber tirar a alegria de tudo isto e apesar de tudo isto.
Ser feliz não é só valorizar o sorriso e a festa, mas saber também refletir sobre o valor da dor e a tristeza. Não é só se rejubilar com os sucessos e as vitórias, mas saber tirar as grandes lições de cada fracasso amargo.
Ser feliz é não se decepcionar e nem desanimar com os obstáculos e dificuldades, mas usá-los para abrir as janelas da inteligência e modelar a maturidade.
Ser feliz é ser forte na hora de perdoar, ter esperança no meio da batalha árdua, lutar com bravura diante do medo, saber suportar os desencontros. É acreditar que a vida é a maior empresa do mundo.
Ser feliz é jamais desistir de si mesmo e das outras pessoas. É jamais desistir de ser feliz; vivendo e crendo que a vida é um espetáculo e um banquete.
Ser feliz é uma atitude de vida; uma maneira de encarar cada dia que recebemos como um lindo presente de Deus. É não se esquecer de agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida que se renova.
Ser feliz é crer que há pessoas esperando o seu sorriso e que precisam dele. É saber procurar o que há de bom em tudo e em todos, antes de ver os defeitos e os erros.
Ser feliz é não fazer dos defeitos dos outros uma distância mas uma oportunidade de aproximação e de doação de si mesmo. É saber entender as pessoas que pensam diferente de nós e saber ouvi-las atentamente, sem respondê-las com raiva.
Ser feliz é saber ouvir o que cada pessoa tem a nos dizer, sem prejulgar ou desprezar o que tem para nos dizer. É saber sonhar, mas sem deixar o sonho se transformar em fuga alienante.
Ser feliz é fazer dos obstáculos degraus para subir, sem deixar de ajudar aqueles que não conseguem subir os degraus da vida. É saber a cada dia descobrir o que há de bom dentro de você e usar isto para o seu bem e o dos outros.
Ser feliz é saber sorrir, mas sem se esconder maliciosamente atrás do sorriso; mostrar-se como você é, sem medo. É não ter medo dos próprios sentimentos e ter coragem de se conhecer e de se amar. É deixar viver a criança alegre, feliz, simples e pacífica que existe dentro de você.
Ser feliz é ser capaz de atravessar um deserto fora de si mesmo, mas ser sempre capaz de encontrar um oásis dentro no seu interior.
Ser feliz é ter coragem de ouvir um Não e continuar a caminhada sem desanimar e desesperar. É ser capaz de recomeçar de novo quando se errou o caminho. É acreditar que a vida é mais bela do que a suas dores, desafios, incompreensões e crises.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se fazer autor da própria história.
Ser feliz é ter maturidade para saber dizer “eu errei”; “eu não sei”; “eu preciso de você”…
Ser feliz é ter os pés na terra e a cabeça nas estrelas; ser capaz de sonhar, sem medo dos sonhos, mas saber transformar os sonhos em metas.
Ser feliz é ser determinado e nunca abrir mão de construir seu destino e arquitetar sua vida; não ter medo de mudanças e saber tirar proveito delas. Saber tornar o trabalho objeto de prazer e realização pessoal.
Ser feliz é estar sempre pronto a aprender e se orgulhar de absorver o novo. Ter coragem para abrir caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados. Sem medo de errar.
Ser feliz é saber construir equipes e se integrar nelas. Não tomar para si o poder, mas saber compartilhá-lo. Saber estimular e fortalecer os outros, sem receio que lhe façam sombra. É saber criar em torno de si um ambiente de fé e de entusiasmo.
Ser feliz é não se empolgar com seu próprio brilho, mas com o brilho do resultado alcançado em conjunto. É ter a percepção do todo sem perder a riqueza dos detalhes.
Ser feliz é não se esquecer de agradecer o Sol, desfrutar gratuitamente dos encantos da natureza, do canto dos pássaros, do murmúrio do mar, do brilho das estrelas, do aroma das flores, do sorriso das crianças.
Ser feliz é cultivar muitas amizades; é estar pronto para ser ofendido sem ofender, sem julgar e condenar.
Ser feliz é não ter inveja e saber se contentar com o que se tem; é saber aproveitar o tempo que passa; é não sofrer por antecipação o que ainda não aconteceu; é saber valorizar acima de tudo a vida.
Ser feliz é falar menos do que se pensa; é cultivar uma voz baixa. É nunca deixar passar uma oportunidade sem fazer o bem a alguém.
Ser feliz é saber chorar com os que choram, sorrir com os que sorriem, rezar com os que rezam.
Ser feliz é saber discordar sem se ofender e brigar; é recusar-se a falar das faltas dos outros; é não murmurar.
Ser feliz é saber respeitar os sentimentos dos outros; não magoar ninguém com gracejos e críticas ácidas.
Ser feliz é não precisar ficar se justificando; pois os amigos não precisam de explicações e os inimigos não acreditam nelas.
Ser feliz é nunca se revoltar com a vida; é agir como a árvore que permanece calada mesmo observando com tristeza que o cabo do machado que a corta é feito de sua madeira.
Ser feliz é ser como a raiz da árvore que passa a vida toda escondida para poder sustenta-la.
Ser feliz é não deixar que a tristeza apague o seu sorriso; é não permitir que o rancor elimine o perdão; que as decepções eliminem a confiança; que o fracasso vença o desejo da vitória; que os erros vençam os acertos; que a ingratidão te faça parar de ajudar; que a velhice elimine em você o animo da juventude; que a mentira sufoque a verdade.
Ser feliz é ter força para ser firme, mas ter coragem para ser gentil; é ter coragem para ter dúvida.
Ser feliz é ter o universo como caminho; o amor como lei; a paz como abrigo; a experiência como escola; a dificuldade como estímulo; o trabalho como benção; o equilíbrio como atitude; a dor como advertência; a perfeição como meta.
Ser feliz é amar a Deus e ao próximo.
Do livro: PARA SER FELIZ – Prof. Felipe Aquino
sexta-feira, 11 de março de 2011
Os diversos caminhos para dizer "eu te amo"
| "Permita-se assumir o risco de demonstrar seu amor, mesmo que a outra pessoa não vá aceitá-lo, porque amar alguém não é um problema nem um defeito; é uma virtude. Se ela não aceitar o seu amor, o problema não é seu, pois, uma vez que você descobriu o jeito de amar, ficará faltando apenas encontrar um companheiro para a viagem a dois" | O ser humano só pode existir em paz consigo mesmo se puder se relacionar com uma pessoa a quem diga, com palavras e gestos, "eu te amo" e de quem ouça com total sinceridade: "Eu também te amo". |
Mas amar supõe evoluir todos os dias, conhecer o outro cada vez melhor, construir com ele um lugar no mundo em que as pessoas, ao entrar, sentirão que ali existe vida, carinho sincero, vontade de acertar.
Nos momentos de crise ou de mágoa, dizer "eu te amo" ao parceiro é ter a coragem de lhe dizer que ele fez algo de que você não gostou. Nos momentos de alegria e êxtase, dizer "eu te amo" é saber compartilhar essa alegria com quem você ama, abrindo seu coração sem reservas. Nos momentos de dor, dizer "eu te amo" é talvez não dizer nada, mas deixar evidente ao outro que você está ao seu lado aconteça o que acontecer. Nos momentos em que você perceber que errou, a melhor maneira de dizer "eu te amo" é simplesmente dizer: "Desculpe pelo meu erro". Nos momentos em que o outro errou, e está triste porque cometeu o erro, a melhor maneira de dizer "eu te amo" é se aproximar lentamente dele, colocar a mão em seu ombro e dizer suavemente: "Tudo bem, já ficou para trás".
Amar pode dar certo é a frase mais simples possível para traduzir a convicção de que nascemos para amar e ser amados, e que nossa felicidade consiste em realizar essa missão.
Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a estabelecer relacionamentos criativos.
Permita-se assumir o risco de demonstrar seu amor, mesmo que a outra pessoa não vá aceitá-lo, porque amar alguém não é um problema nem um defeito; é uma virtude. Se ela não aceitar o seu amor, o problema não é seu, pois, uma vez que você descobriu o jeito de amar, ficará faltando apenas encontrar um companheiro para a viagem a dois.
Olhar para o passado é importante. Quem não sabe de onde veio e o que fez também não sabe para onde vai e o que vai fazer. Mas eu gostaria, sobretudo, que você olhasse para o seu presente, para a pessoa que está ao seu lado, e repetisse em seu coração alguma frase ou ideia que achou mais importante dentre tudo o que leu aqui.
Se você está só, abra o seu coração, coloque um sorriso no rosto, retome o brilho nos olhos e acredite que a vida lhe prepara maravilhosas surpresas. Tenho a esperança de que com esta nossa conversa você tenha conseguido mais energia e inspiração para desfrutar melhor o amor, uma realidade valiosa demais para ser banalizada.
E lembre-se: você é o autor da sua vida e é capaz de escrever uma história de amor muito linda, na qual receba e dê muito amor. Saiba sempre que amar pode dar certo, desde que você cuide do amor com muito carinho e sabedoria.
O amor é eterno e maravilhoso em sua essência, capaz de realizar as mais importantes transformações em um ser humano, mas as pessoas atualmente se machucam muito porque não aprenderam a amar de uma forma plena.
O problema não está no amor. O ser humano não consegue ser feliz sozinho. Desistir de amar é deixar de lado uma parte fundamental da própria vida, e por isso mesmo é triste ver tantas pessoas tratarem o amor com desprezo, acharem as manifestações de romantismo algo feio e, principalmente, desistirem de viver um grande amor.
Chega de pessimismo!
Vale a pena amar, acreditar no amor, entregar-se ao amor. O otimismo no amor significa acreditar que, apesar de todas as dificuldades, o amor satisfaz os nossos mais profundos desejos de compreender e ser compreendido, de valorizar e ser valorizado, de dar e receber. Por favor, acredite sempre no amor e respeite a sua vocação para amar e ser amado.
Vale a pena amar, acreditar no amor, entregar-se ao amor. O otimismo no amor significa acreditar que, apesar de todas as dificuldades, o amor satisfaz os nossos mais profundos desejos de compreender e ser compreendido, de valorizar e ser valorizado, de dar e receber. Por favor, acredite sempre no amor e respeite a sua vocação para amar e ser amado.
Estou torcendo por você. (Roberto Shinyashiki)
domingo, 6 de março de 2011
Tua bondade
Domingo chuvoso, olho pela janela e me pergunto" como anda meu coração?"
Será que aqui dentro está ensolarado ou chuvoso?
Olho para mim no espelho e vejo o milagre que Deus fez mais uma vez. Meu rosto molhado pela água, envelhecido.
Meus olhos marcados por tantas lembranças,
brilhantes.
Minhas mãos um pouquinho enrugadas,
tão limpas!
Fico imaginando como tudo é tão perfeito. O movimento dos dedos, o piscar dos olhos, a textura da pele...
Um corpo saudável.
Ao meu redor os amigos, familiares, vizinhos, todas essas pessoas que fazem parte do meu dia a dia , às vezes silenciosamente, outras vezes com barulhos irritantes, mas estão aqui sempre presentes.
Me vem a mente também todas aquelas pessoas que isoladas do mundo se matém em cativeiro da própria existência. De tanta tristeza adoecem, seus corpos se debilitam, seus olhares se perdem na indiferença que sentem pelos outros e ao mesmo tempo se enfraquecem por não usufruirem da riqueza que é ter um amigo, um familiar por perto, alguém que se importe. Mundos diferentes todos juntos, misturados.
No auge da ignorância, tantas pessoas desprovidas de inteligência, gente sem educação que tratam os outros como se fossem bichos. Coitados. Gente idiota que faz coisas idiotas e me irritam só pelo simples fato de serem idiotas!
Fico pensando que Deus foi tão bom pra mim. Me deu uma familia que me ensinou a ser gentil e me deu educação; cuidou de mim. Poderia eu mesma fazer parte dessa estirpe , mas Deus assim não o quiz.
Durante toda a minha vida, convivi com todo o tipo de religião, sempre respeitei a todas tentei conhecer seus fundamentos, mantive minha mente aberta e meu coração voltado pra Deus. E ele assim me guiou, me mostrando sua vontade, podando minhas más inclinações através da vóz da minha consciência. Quantas vezes me perdi nos caminhos! fiz o que não devia, magoei, ignorei, desrespeitei... Quantas quedas sofri! Mas sempre tive Sua mão divina a me segurar, como uma ovelhinha perdida Tu ias me encontrar!
Ó meu Deus, como és bom pra mim! Quão grande é o teu amor por mim!
E eu tão ingrata, facilmente me esqueço de teus ensinamentos e me perco de novo pelos caminhos. Como posso esquecer do teu amor por mim? Como pode o mundo me parecer tão delicioso e eu me esquecer que são delícias passageiras, pois só tu tens palavras de vida eterna!
Ó meu coração, não sejas tão infiel. Abre-te a vontade de Deus, pois ele espera por ti pra fazer milagres.
Obrigada meu Deus.
Eis aqui meu coração, toma que ele é teu!
Peço-te que o faças fiel pelo teu filho muito amado. Intercede por mim ó virgem santa...
Será que aqui dentro está ensolarado ou chuvoso?
Olho para mim no espelho e vejo o milagre que Deus fez mais uma vez. Meu rosto molhado pela água, envelhecido.
Meus olhos marcados por tantas lembranças,
brilhantes.
Minhas mãos um pouquinho enrugadas,
tão limpas!
Fico imaginando como tudo é tão perfeito. O movimento dos dedos, o piscar dos olhos, a textura da pele...
Um corpo saudável.
Ao meu redor os amigos, familiares, vizinhos, todas essas pessoas que fazem parte do meu dia a dia , às vezes silenciosamente, outras vezes com barulhos irritantes, mas estão aqui sempre presentes.
Me vem a mente também todas aquelas pessoas que isoladas do mundo se matém em cativeiro da própria existência. De tanta tristeza adoecem, seus corpos se debilitam, seus olhares se perdem na indiferença que sentem pelos outros e ao mesmo tempo se enfraquecem por não usufruirem da riqueza que é ter um amigo, um familiar por perto, alguém que se importe. Mundos diferentes todos juntos, misturados.
No auge da ignorância, tantas pessoas desprovidas de inteligência, gente sem educação que tratam os outros como se fossem bichos. Coitados. Gente idiota que faz coisas idiotas e me irritam só pelo simples fato de serem idiotas!
Fico pensando que Deus foi tão bom pra mim. Me deu uma familia que me ensinou a ser gentil e me deu educação; cuidou de mim. Poderia eu mesma fazer parte dessa estirpe , mas Deus assim não o quiz.
Durante toda a minha vida, convivi com todo o tipo de religião, sempre respeitei a todas tentei conhecer seus fundamentos, mantive minha mente aberta e meu coração voltado pra Deus. E ele assim me guiou, me mostrando sua vontade, podando minhas más inclinações através da vóz da minha consciência. Quantas vezes me perdi nos caminhos! fiz o que não devia, magoei, ignorei, desrespeitei... Quantas quedas sofri! Mas sempre tive Sua mão divina a me segurar, como uma ovelhinha perdida Tu ias me encontrar!
Ó meu Deus, como és bom pra mim! Quão grande é o teu amor por mim!
E eu tão ingrata, facilmente me esqueço de teus ensinamentos e me perco de novo pelos caminhos. Como posso esquecer do teu amor por mim? Como pode o mundo me parecer tão delicioso e eu me esquecer que são delícias passageiras, pois só tu tens palavras de vida eterna!
Ó meu coração, não sejas tão infiel. Abre-te a vontade de Deus, pois ele espera por ti pra fazer milagres.
Obrigada meu Deus.
Eis aqui meu coração, toma que ele é teu!
Peço-te que o faças fiel pelo teu filho muito amado. Intercede por mim ó virgem santa...
sábado, 5 de março de 2011
O fim
Nascer, crescer se reproduzir e morrer. Simples assim. O que é a vida de uma pessoa? O que faz tudo ter sentido?
Todos os dias quando acordo e a rotina recomeça, me faz pensar no que me faz feliz. No que me direciona a fazer as coisas que faço.
Estudo pra ter um trabalho digno, trabalho para ter uma vida digna, tenho uma vida digna pra dar orgulho àqueles que amo. A quem eu amo mais? A que Senhor eu sirvo?
Por onde tenho andado que me embreaguei de vaidades e esqueci-me de ser feliz de verdade. Felicidade verdadeira que vem da alma e não de bajuladores interessados em, de certa forma, usar-me. Me permiti ser usada só pra garantir a sensação de não estar só. Só pra suprir a carência infinita que assola minha alma.
Hoje quero renunciar a tudo isso.Quero me encontrar e preencher o vazio com Deus.
Quanto tempo perdido em reflexões inúteis que só desperdiçam o tempo e enganam o coração. Quanta dedicação à amores superficiais... Quantas lembranças doloridas, lágrimas derramadas por ter acreditado em palavras doces que me encantavam quando proferidas, mas me feriam o coração quando não praticadas.
Céu e inferno numa linha tênue.
De agora em diante abraço o firme propósito de ser feliz de verdade. Amar de verdade. Chorar, só se for de alegria.
Quero acordar cantando a alegria de ser filha de Deus. A alegria de ser livre e poder dizer o quanto eu amo meu Jesus e admiro seus ensinamentos.
A partir de hoje, só aceito carinho, amor com A maiúsculo, atenção, cuidado e dedicação. Pois é assim que eu trato o mundo e é assim que quero ser tratada!
Obrigada meu Deus.
Coloco em tuas mãos meus propósitos.
Me dê a sua benção pelo merecimento de Jesus que derramou seu sangue na cruz!
Todos os dias quando acordo e a rotina recomeça, me faz pensar no que me faz feliz. No que me direciona a fazer as coisas que faço.
Estudo pra ter um trabalho digno, trabalho para ter uma vida digna, tenho uma vida digna pra dar orgulho àqueles que amo. A quem eu amo mais? A que Senhor eu sirvo?
Por onde tenho andado que me embreaguei de vaidades e esqueci-me de ser feliz de verdade. Felicidade verdadeira que vem da alma e não de bajuladores interessados em, de certa forma, usar-me. Me permiti ser usada só pra garantir a sensação de não estar só. Só pra suprir a carência infinita que assola minha alma.
Hoje quero renunciar a tudo isso.Quero me encontrar e preencher o vazio com Deus.
Quanto tempo perdido em reflexões inúteis que só desperdiçam o tempo e enganam o coração. Quanta dedicação à amores superficiais... Quantas lembranças doloridas, lágrimas derramadas por ter acreditado em palavras doces que me encantavam quando proferidas, mas me feriam o coração quando não praticadas.
Céu e inferno numa linha tênue.
De agora em diante abraço o firme propósito de ser feliz de verdade. Amar de verdade. Chorar, só se for de alegria.
Quero acordar cantando a alegria de ser filha de Deus. A alegria de ser livre e poder dizer o quanto eu amo meu Jesus e admiro seus ensinamentos.
A partir de hoje, só aceito carinho, amor com A maiúsculo, atenção, cuidado e dedicação. Pois é assim que eu trato o mundo e é assim que quero ser tratada!
Obrigada meu Deus.
Coloco em tuas mãos meus propósitos.
Me dê a sua benção pelo merecimento de Jesus que derramou seu sangue na cruz!
terça-feira, 1 de março de 2011
As incertezas da vida
Eu Escrevi um Poema Triste
( Mario Quintana)
( Mario Quintana)
Eu escrevi um poema triste
E belo,
apenas da sua tristeza.
apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa,
ao velho Tempo,
ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!
E nos barcos de papel envio mensagens ao tempo. Tempo de acalmar a alma das loucuras da vida. Beber do cálice da paciência.
Coração apertado, sorriso nos lábios...
È assim a vida d'aqueles que não se contentam em ler os livros, mas querem escrever histórias. Corremos o risco de nos machucarmos com nossa própria criatividade; de criarmos histórias tão reais que nos perdemos entre o que é real e o que foi inventado. Às vezes, acreditamos mesmo no que escrevemos, mergulhamos em águas intrépidas, nos deixamos levar pela correnteza, só pelo prazer de sentir o gelado da água na pele.
Pelo menos sentimos...
Não nos permitimos fingir...
E o tempo manda cartas. Delas faço barcos de papel...
E o tempo manda cartas. Delas faço barcos de papel...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Eu preciso de você...
Em todos os momentos felizes, mas principalmente
Quando me sinto sozinha,
quando sou traída,
quando sou injustiçada,
quando fico doente e acho que não vou me curar rápido,
quando penso em como vou morrer,
quando penso em deixar ou em perder alguém.
Quando sinto medo.
eu tenho medo de muita coisa, mas do que mais tenho medo é de sentir medo.
O medo desaparece quando você me olha nos olhos; do jeito certo e na hora certa. Nesse momento passo a ter confiança em mim mesma.
O seu olhar é o lugar da minha segurança.
Se no meu momento de medo não te encontro ao meu lado, tudo se torna mais difícil.
Porque sentindo medo eu diminuo meu ritmo.
Preciso de você para segurar na minha mão e me dizer: “Não se preocupe, estarei ao seu lado.” E eu falo: “Mas você não tinha que ir?” E ouço: “Tinha que ir, mas decidi ficar com você”.
Neste momento você diminuiu o seu ritmo para me esperar e ficar comigo.
Se na correria do dia a dia a gente se perde um do outro, fica difícil lidar com os meus medos.
Quantas vezes senti medo das mudanças!
Muitas vezes porque não sabia encarar as mudanças. Mas nesses momentos você esteve junto a mim, e o medo diminuiu.
Quantas vezes precisamos do tombo para voltar ao nosso lugar?
A gente vence dando passos. Um de cada vez... mas se você estiver comigo eu vou mais longe.
Amigos, o que seria de mim sem vocês?
Quando me sinto sozinha,
quando sou traída,
quando sou injustiçada,
quando fico doente e acho que não vou me curar rápido,
quando penso em como vou morrer,
quando penso em deixar ou em perder alguém.
Quando sinto medo.
eu tenho medo de muita coisa, mas do que mais tenho medo é de sentir medo.
O medo desaparece quando você me olha nos olhos; do jeito certo e na hora certa. Nesse momento passo a ter confiança em mim mesma.
O seu olhar é o lugar da minha segurança.
Se no meu momento de medo não te encontro ao meu lado, tudo se torna mais difícil.
Porque sentindo medo eu diminuo meu ritmo.
Preciso de você para segurar na minha mão e me dizer: “Não se preocupe, estarei ao seu lado.” E eu falo: “Mas você não tinha que ir?” E ouço: “Tinha que ir, mas decidi ficar com você”.
Neste momento você diminuiu o seu ritmo para me esperar e ficar comigo.
Se na correria do dia a dia a gente se perde um do outro, fica difícil lidar com os meus medos.
Quantas vezes senti medo das mudanças!
Muitas vezes porque não sabia encarar as mudanças. Mas nesses momentos você esteve junto a mim, e o medo diminuiu.
Quantas vezes precisamos do tombo para voltar ao nosso lugar?
A gente vence dando passos. Um de cada vez... mas se você estiver comigo eu vou mais longe.
Amigos, o que seria de mim sem vocês?
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A magia das árvores
A mera presença delas desperta uma paz e um sossego na alma humana. Esse é um segredo que explica por que - desde os tempos mais remotos - em todos os cantos do mundo, os sábios e místicos têm usado florestas como locais de refúgio e de inspiração. Há uma relação natural e instintiva entre a árvore e o homem. Até os seus modos de respirar se completam.
É difícil imaginar seres tão benéficos quanto as árvores. Elas embelezam a paisagem, dão sombra, madeira, frutas, e são o refúgio e abrigo de pássaros e outras espécies de animais. Comunicam o subsolo com a atmosfera e purificam o ar. Atraem nuvens, regulam as chuvas, estabilizam o clima e garantem a umidade do solo. Combatem a erosão e evitam o excesso de ventos.
É difícil imaginar seres tão benéficos quanto as árvores. Elas embelezam a paisagem, dão sombra, madeira, frutas, e são o refúgio e abrigo de pássaros e outras espécies de animais. Comunicam o subsolo com a atmosfera e purificam o ar. Atraem nuvens, regulam as chuvas, estabilizam o clima e garantem a umidade do solo. Combatem a erosão e evitam o excesso de ventos.
O poeta inglês Alexander Pope escreveu que uma árvore é "uma coisa mais nobre do que um príncipe em traje de coroação"
A árvore tem uma forte natureza mágica. Ela é universalmente considerada um símbolo do relacionamento entre céu e terra. Com sua estrutura vertical - o tronco - a árvore estabelece um eixo simbólico de ligação entre o mundo físico e o mundo divino. Por outro lado, seus galhos, ramos, folhas e frutos reúnem toda uma comunidade de aves, insetos, répteis e pequenos mamíferos, o que é um símbolo da infinita diversidade da vida.
Imagine o Universo como uma árvore invertida que tem suas raízes no céu e suas folhas e frutos na Terra.
Essa árvore mitológica representa cada alma humana, cujas origens e raízes estão na eternidade, mas cujas folhas e frutos são as atividades práticas do mundo concreto.
Cada ser humano, como cada árvore, é uma miniatura e um resumo do universo. Esse é um dos motivos pelos quais temos tanto a ganhar convivendo com as árvores. A experiência de comunhão com elas faz parte de uma comunhão maior com toda a natureza e liberta a alma humana de seu sofrimento.
Não há nada melhor para aliviar o sofrimento da alma do que caminhar pela floresta, sentir sua energia a revitalizar o espírito. Batizar-se nas águas de um riacho.
Mas o se humano se esqueceu da fonte e busca suas forças no consumismo desenfreado que destrói as florestas.
No mundo antigo, as novas civilizações surgiam saudáveis em regiões bem florestadas. Algum tempo depois, as populações já se multiplicavam e o consumo de madeira crescia excessivamente. As árvores eram usadas como lenha - algo indispensável para fundir metais - e também como material para construir casas e barcos.
Nossa pobre inteligência humana só tem a ganhar quando percebemos a inteligência das árvores. O conteúdo das lições que elas nos trazem, porém, depende da nossa capacidade de deixar de lado as coisas pequenas, que pensamos que conhecemos, e de abrir-nos para a magia da vida...
A magia das árvores!
A árvore tem uma forte natureza mágica. Ela é universalmente considerada um símbolo do relacionamento entre céu e terra. Com sua estrutura vertical - o tronco - a árvore estabelece um eixo simbólico de ligação entre o mundo físico e o mundo divino. Por outro lado, seus galhos, ramos, folhas e frutos reúnem toda uma comunidade de aves, insetos, répteis e pequenos mamíferos, o que é um símbolo da infinita diversidade da vida.
Imagine o Universo como uma árvore invertida que tem suas raízes no céu e suas folhas e frutos na Terra.
Essa árvore mitológica representa cada alma humana, cujas origens e raízes estão na eternidade, mas cujas folhas e frutos são as atividades práticas do mundo concreto.
Cada ser humano, como cada árvore, é uma miniatura e um resumo do universo. Esse é um dos motivos pelos quais temos tanto a ganhar convivendo com as árvores. A experiência de comunhão com elas faz parte de uma comunhão maior com toda a natureza e liberta a alma humana de seu sofrimento.
Não há nada melhor para aliviar o sofrimento da alma do que caminhar pela floresta, sentir sua energia a revitalizar o espírito. Batizar-se nas águas de um riacho.
Mas o se humano se esqueceu da fonte e busca suas forças no consumismo desenfreado que destrói as florestas.
No mundo antigo, as novas civilizações surgiam saudáveis em regiões bem florestadas. Algum tempo depois, as populações já se multiplicavam e o consumo de madeira crescia excessivamente. As árvores eram usadas como lenha - algo indispensável para fundir metais - e também como material para construir casas e barcos.
Nossa pobre inteligência humana só tem a ganhar quando percebemos a inteligência das árvores. O conteúdo das lições que elas nos trazem, porém, depende da nossa capacidade de deixar de lado as coisas pequenas, que pensamos que conhecemos, e de abrir-nos para a magia da vida...
A magia das árvores!
baseado no post de Carlos C. Aveline.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
ÓRFÃOS DE DEUS
Falsos voluntários tentaram roubar doações feitas às vítimas da chuva em Teresópolis, na região serrana do Rio, na última quinta-feira, após a tragédia que matou mais de 600 pessoas no Estado. Homens e mulheres que haviam feito um cadastro para ajudar os desabrigados foram flagrados por funcionários do governo tentando levar uma grande quantidade de garrafas d'água e sacolas de roupa do Ginásio Pedro Rage Jahara (Pedrão), onde está parte das famílias vitimadas pelo desastre.
E não é só isso, vários carros em Petrópolis, simplesmente enchem suas malas de doações e desaparecem!
A burocracia atrapalha a entrega das doações, todo mundo desconfia de todo mundo.
Será que dá pra medir a quantidade de safados e de gente boa neste país?
80% safados
10% gente boa
10% indecisos...
Mas diga-me, quem são eles, esses errantes?
Esses que estão perdidos em suas desesperanças?
Que de suas bocas não saem palavras doces
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses beligerantes?
Esses que nunca depõem suas armas
Que nunca pensam em paz
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses cambaleantes?
Cuja alma é dobre, cuja motivação é o ódio?
Que jamais estendem a mão ao aflito
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses desconcertantes?
Esses semeadores de contendas, mexeriqueiros?
Que tem o prazer na desgraça alheia
São os Órfãos de Deus.
Mas há nos braços do Pai o abrigo seguro
Para aqueles que não querem ser órfãos
Pois a ninguém que o busca ele assim deixa
Pois ama, acolhe, transforma, e jamais abandona.(Por: William Vicente Borges)
Vista de teresópolis, Dedo de Deus. Essa foto tirada do castelinho em frente a minha casa.
E não é só isso, vários carros em Petrópolis, simplesmente enchem suas malas de doações e desaparecem!
A burocracia atrapalha a entrega das doações, todo mundo desconfia de todo mundo.
Será que dá pra medir a quantidade de safados e de gente boa neste país?
80% safados
10% gente boa
10% indecisos...
Mas diga-me, quem são eles, esses errantes?
Esses que estão perdidos em suas desesperanças?
Que de suas bocas não saem palavras doces
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses beligerantes?
Esses que nunca depõem suas armas
Que nunca pensam em paz
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses cambaleantes?
Cuja alma é dobre, cuja motivação é o ódio?
Que jamais estendem a mão ao aflito
São os Órfãos de Deus.
Mas diga-me, quem são eles, esses desconcertantes?
Esses semeadores de contendas, mexeriqueiros?
Que tem o prazer na desgraça alheia
São os Órfãos de Deus.
Mas há nos braços do Pai o abrigo seguro
Para aqueles que não querem ser órfãos
Pois a ninguém que o busca ele assim deixa
Pois ama, acolhe, transforma, e jamais abandona.(Por: William Vicente Borges)
Vista de teresópolis, Dedo de Deus. Essa foto tirada do castelinho em frente a minha casa.
sábado, 15 de janeiro de 2011
a vida
A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina.
Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente.
Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar.
Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.
Você vai para colégio,
Você vai para colégio,
tem várias namoradas,
vira criança,
não tem nenhuma responsabilidade,
se torna um bebezinho de colo,
volta pro útero da mãe,
passa seus últimos nove meses de vida flutuando.
E termina tudo com um ótimo orgasmo!
Não seria perfeito?
(Charles Chaplin)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Ali não Havia Eletricidade
Ali não havia eletricidade.
Por isso foi à luz de uma vela mortiçaQue li, incerto na cama,
O que estava à mão para ler — A Bíblia, em português (coisa curiosa),
feita para protestantes.
E reli a "Primeira Epístola aos Coríntios".
Em torno de mim o sossego excessivo de noite de província
Fazia um grande barulho ao contrário,
Dava-me uma tendência do choro para a desolação.
A "Primeira Epístola aos Coríntios" ...
Relia-a à luz de uma vela subitamente antiqüíssima,
E um grande mar de emoção ouvia-se dentro de mim...
Sou nada...
Sou uma ficção...
Que ando eu a querer de mim ou de tudo neste mundo?
"Se eu não tivesse a caridade."
E a soberana luz manda, e do alto dos séculos,
A grande mensagem com que a alma é livre...
"Se eu não tivesse a caridade..."
Meu Deus, e eu que não tenho a caridade
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Hoje vendo as reportagens e ao mesmo tempo sentindo na pele toda a angústia de ver meus entes queridos, meus amigos, meus alunos vivendo a tragédia da perda...
Perda de bens materiais, dói sim!
"É uma vida inteira de luta - dizia alguém- Sabemos o preço de cada tijolinho colocado nas paredes...
Sabemos o tamanho dos pregos que prendem as formas do concreto das vigas...
Sabemos das vezes que juntos saímos de casa não para tomar uma cerveja com os amigos, mas para economizar para a construção da casa... construção do sonho...
E hoje, depois que a água levou tudo, misturada no barro vermelho, o que sobrou?
Se nem a companheira de tantos anos ficou. Foi levada também junto à correnteza. E na minha impotência vi tudo sendo carregado...
Casa, esposa, sonhos, uma vida inteira foi levada.
Sabe o que me conforta?
A certeza da vida eterna. Casa eu contruo outra, nem que leve o resto da vida.
Sonhos se refazem diante da necessidade de sobreviver.
Minha amada esposa, companheira de luta, minha amiga, eu te amei a vida toda
e não vai ser agora que vou deixar de te amar.
Nos reencotraremos um dia... pra matar as saudades
até lá!"
E reli a "Primeira Epístola aos Coríntios".
Em torno de mim o sossego excessivo de noite de província
Fazia um grande barulho ao contrário,
Dava-me uma tendência do choro para a desolação.
A "Primeira Epístola aos Coríntios" ...
Relia-a à luz de uma vela subitamente antiqüíssima,
E um grande mar de emoção ouvia-se dentro de mim...
Sou nada...
Sou uma ficção...
Que ando eu a querer de mim ou de tudo neste mundo?
"Se eu não tivesse a caridade."
E a soberana luz manda, e do alto dos séculos,
A grande mensagem com que a alma é livre...
"Se eu não tivesse a caridade..."
Meu Deus, e eu que não tenho a caridade
Álvaro de Campos, in "Poemas"
Heterónimo de Fernando Pessoa
Hoje vendo as reportagens e ao mesmo tempo sentindo na pele toda a angústia de ver meus entes queridos, meus amigos, meus alunos vivendo a tragédia da perda...
Perda de bens materiais, dói sim!
"É uma vida inteira de luta - dizia alguém- Sabemos o preço de cada tijolinho colocado nas paredes...
Sabemos o tamanho dos pregos que prendem as formas do concreto das vigas...
Sabemos das vezes que juntos saímos de casa não para tomar uma cerveja com os amigos, mas para economizar para a construção da casa... construção do sonho...
E hoje, depois que a água levou tudo, misturada no barro vermelho, o que sobrou?
Se nem a companheira de tantos anos ficou. Foi levada também junto à correnteza. E na minha impotência vi tudo sendo carregado...
Casa, esposa, sonhos, uma vida inteira foi levada.
Sabe o que me conforta?
A certeza da vida eterna. Casa eu contruo outra, nem que leve o resto da vida.
Sonhos se refazem diante da necessidade de sobreviver.
Minha amada esposa, companheira de luta, minha amiga, eu te amei a vida toda
e não vai ser agora que vou deixar de te amar.
Nos reencotraremos um dia... pra matar as saudades
até lá!"
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
A Caridade
No universo a caridade
Em contraste ao vicio infando
É como um astro brilhando
Sobre a dor da humanidade!
Nos mais sombrios horrores
Por entre a mágoa nefasta
A caridade se arrasta
Toda coberta de flores!
Semeadora de carinhos
Ela abre todas as portas
E no horror das horas mortas
Vem beijar os pobrezinhos.
Torna as tormentas mais calmas
Ouve o soluço do mundo
E dentro do amor profundo
Abrange todas as almas.
O céu de estrelas se veste
Em fluidos de misticismo
Vibra no nosso organismo
Um sentimento celeste.
A alegria mais acesa
Nossas cabeças invade...
Glória, pois, á Caridade
No seio da Natureza!
Estribilho
Cantemos todos os anos
Na festa da Caridade
A solidariedade
Dos sentimentos humanos. (Augusto dos Anjos)
Ontem, Petrpópolis, Nova Friburgo e Teresópolis, vieram a baixo com uma tromba dágua.
O que dizer?
Olhando aquele mundo de água... Só nos resta a caridade... a solidariedade... e a proteção de Deus!
Em contraste ao vicio infando
É como um astro brilhando
Sobre a dor da humanidade!
Nos mais sombrios horrores
Por entre a mágoa nefasta
A caridade se arrasta
Toda coberta de flores!
Semeadora de carinhos
Ela abre todas as portas
E no horror das horas mortas
Vem beijar os pobrezinhos.
Torna as tormentas mais calmas
Ouve o soluço do mundo
E dentro do amor profundo
Abrange todas as almas.
O céu de estrelas se veste
Em fluidos de misticismo
Vibra no nosso organismo
Um sentimento celeste.
A alegria mais acesa
Nossas cabeças invade...
Glória, pois, á Caridade
No seio da Natureza!
Estribilho
Cantemos todos os anos
Na festa da Caridade
A solidariedade
Dos sentimentos humanos. (Augusto dos Anjos)
Ontem, Petrpópolis, Nova Friburgo e Teresópolis, vieram a baixo com uma tromba dágua.
O que dizer?
Olhando aquele mundo de água... Só nos resta a caridade... a solidariedade... e a proteção de Deus!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
O amor e a moda
Já ouvi muitas vezes a expressão: Troca de namorado como troca de roupa.
É mesmo assim que funciona a paixão. A gente olha, como que para uma vitrine, sente uma vontade enorme de ter e de usar. Entra nessa relação com uma felicidade imensa. Uma euforia entorpecente, que anestesia as dores da última aquisição já desbotada... Batida.
Experimentamos. O toque sobre a pele define se levaremos adiante ou não; porque se não tiver um “feeling” não vai rolar.
Ás vezes tudo nos cai como uma luva. Alinha-se perfeitamente às curvas do corpo, Não aperta nada, nem incomoda em nada. Traz-nos a sensação de bem estar, felicidade, que realmente dura enquanto dura.
Às vezes, a gente olha, mas quando experimenta se decepciona. Não era bem assim que tínhamos imaginado. Não caiu bem, ficou curta, aliás, é difícil encontrar alguém a minha altura!
Bem, mas sempre dá pra fazer uns ajustes. Aperta-se um pouquinho aqui, alarga-se um pouquinho de lá. Com um pouco de uso acaba-se cedendo e tomando a forma ideal de um bom relacionamento.
Dependendo, dá até pra fazer parte do nosso dia-a-dia. A gente não enjoa. Muda o acessório e parece que tudo se renova...
Torna-se tão confortável que não trocamos por nada. Pode ser mais novo, mais bonito, mais caro. Não importa; porque não abrimos mão do bem estar; da paz; da tranqüilidade.
Enquanto isso, tantas outras peças são jogadas no fundo do guarda-roupa. Por mais na moda que estejam não nos apetece. Tem umas que apertam tanto, que não dá nem pra respirar. Outras de tão largas se perdem pelo caminho e a gente nem sabe onde.
Pura desilusão.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
qual a sensação de se estar apaixonada?
Gosto da sensação de estar apaixonada,
Sei lá se algum dia eu já fui...
Quando a coisa esfria eu me desinteresso. E aí vem o tédio. Que saco!
Será que a culpa é minha?
Vivo me reinventando,
o tempo todo mudando,
sempre me aprimorando.
Nesse ponto eu olho pros lados e vejo só pessoas novas.
Cadê meus velhos amigos, meus velhos amores? Por onde andam?
Ahh tá! Esqueci. Lá por onde eu passei um dia. Continuam lá. No mesmo lugar.
O que eu gosto mesmo é da sensação de estar apaixonada.
Apaixonada mesmo sabe-se lá se um dia já fui...
E se a sensação passa já logo me decido:
Preciso de uma nova paixão, pois não sei viver sem essa sensação!
Continuo assim a caminhada.
E pra trás vão ficando meus novos amores que agora já estão velhos.
Os mesmos que me deram a sensação de felicidade,
paz, loucura, brilho nos olhos, pele reluzente, cabelos resplandecentes...
Todos se perdem no espaço e no tempo. Vão ficando...
E eu vou embora conhecendo novas pessoas, novos amores.
Apaixonada mesmo sabe-se lá se um dia já fui!
Como diria Guimarães Rosa
“o verdadeiro homem não é aquele que conquista várias mulheres, mas aquele que conquista a mesma mulher várias vezes”
Tá faltando isso na minha vida.
Preciso ser reconquistada de novo e de novo e de novo!
Porque eu gosto mesmo é da sensação de estar apaixonada.
Apaixonada mesmo sabe-se lá se um dia já fui...
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