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sábado, 5 de março de 2011

O fim

Nascer, crescer se reproduzir e morrer. Simples assim. O que é a vida de uma pessoa? O que faz tudo ter sentido?
Todos os dias quando acordo e a rotina recomeça, me faz pensar no que me faz feliz. No que me direciona a fazer as coisas que faço.
Estudo pra ter um trabalho digno, trabalho para ter uma vida digna, tenho uma vida digna pra dar orgulho àqueles que amo. A quem eu amo mais? A que Senhor eu sirvo?
Por onde tenho andado que me embreaguei de vaidades e esqueci-me de ser feliz de verdade. Felicidade verdadeira que vem da alma e não de bajuladores interessados em, de certa forma, usar-me. Me permiti ser usada só pra garantir a sensação de não estar só. Só pra suprir a carência infinita que assola minha alma.
Hoje quero renunciar a tudo isso.Quero me encontrar e preencher o vazio com Deus.
Quanto tempo perdido em reflexões inúteis que só desperdiçam o tempo e enganam o coração. Quanta dedicação à amores superficiais... Quantas lembranças doloridas, lágrimas derramadas por ter acreditado em palavras doces que me encantavam quando proferidas, mas me feriam o coração quando não praticadas.
Céu e inferno numa linha tênue.
De agora em diante abraço o firme propósito de ser feliz de verdade. Amar de verdade. Chorar, só se for de alegria.
Quero acordar cantando a alegria de ser filha de Deus. A alegria de ser livre e poder dizer o quanto eu amo meu Jesus e admiro seus ensinamentos.
A partir de hoje, só aceito carinho, amor com A maiúsculo, atenção, cuidado e dedicação. Pois é assim que eu trato o mundo e é assim que quero ser tratada!
Obrigada meu Deus.
Coloco em tuas mãos meus propósitos.
Me dê a sua benção pelo merecimento de Jesus que derramou seu sangue na cruz!

terça-feira, 1 de março de 2011

As incertezas da vida

Eu Escrevi um Poema Triste
( Mario Quintana)



Eu escrevi um poema triste 
E belo,
apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa,
ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!








E nos barcos de papel envio mensagens ao tempo. Tempo de acalmar a alma das loucuras da vida. Beber do cálice da paciência.
Coração apertado, sorriso nos lábios...
È assim a vida d'aqueles que não se contentam em ler os livros, mas querem escrever histórias. Corremos o risco de nos machucarmos com nossa própria criatividade; de criarmos histórias tão reais que nos perdemos entre o que é real e o que foi inventado. Às vezes, acreditamos mesmo no que escrevemos, mergulhamos em águas intrépidas, nos deixamos levar pela correnteza, só pelo prazer de sentir o gelado da água na pele.
Pelo menos sentimos...
Não nos permitimos fingir...
E o tempo manda cartas. Delas faço barcos de papel...