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terça-feira, 5 de outubro de 2010

“Quando nós mudamos, o mundo muda”

Neste mundo há tantas perguntas sobre nosso futuro, o meio ambiente e a população, a situação política e financeira, a distribuição de recursos... Só é preciso pegar um jornal para perceber que o mundo está numa situação terrível. É fácil se tornar negativo.

Se quero me tornar negativo, posso encontrar 1.001 razões para ser. Se permito que todos esses fatores me influenciem, então sim, é como se 1.000 armas fossem apontadas para a minha cabeça, de modo que eu me sinta extremamente negativo. Outro fator são as pessoas pelas quais estou rodeado; é muito fácil ser influenciado por sua negatividade.

pensem na imagem de uma flor-de-lótus. Ela encontra-se em uma água suja e estagnada, mas a lótus tem uma substância cerosa em suas pétalas e nada pode tocar na superfície, sujeira escorre. Posso criar essa camada de proteção de modo que minha pureza e estabilidade internas permaneçam não afetadas por influências de fora é fundamental.

Se me torno consciente de que sou um filho de Deus, um ser de luz, um instrumento de luz, e deixo que a luz da consciência, sabedoria e verdade me transformem, então, posso me tornar um instrumento que traz luz para o mundo à minha volta. No estado de negatividade, há muito medo e ignorância.

Precisamos ver o lado positivo dessa situação. O que ela está me ensinando? O que está me mostrando? Para onde me conduz? Simplesmente relaxo e vejo o lado positivo muito valioso e muito profundo que pode estar por trás da aparência negativa, pois no fundo todos são mestres, que vem para ensinar-nos, para mostrar-nos o que somos no fundo. As experiências nos fazem crescer, mudar e avançar na vida, e ainda que no momento, o sintamos confuso e negativo, quando olharmos para trás, veremos tudo que nos foi brindado: toda essa força, essa luz, esse crescimento, que agora é parte de nós...

Desconfiai do mais trivial ,
na aparência singelo.

E examinai, sobretudo,
o que parece habitual.

Suplicamos expressamente:
não aceiteis o que é de hábito
como coisa natural,

pois, em tempo de desordem sangrenta,
de confusão organizada,
de arbitrariedade consciente,
de humanidade desumanizada,

nada deve parecer natural
nada deve parecer impossível de mudar.

Berthold Brecht

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